A MODA PELO OCEANO

Quais os impactos oceânicos que a super produção saturada da moda pode trazer de negativo às vidas marinhas ? 
Bom, em um relatório postado pelo Fashion Revolution através da Global Fashion Agenda, outra grande organização que estuda a produção de varejos da moda, mostrou que o mercado é composto por mais de 60% do consumo mundial do vestuário por Poliéster, Poliamida, Nylon, Acrílico e demais derivados dos microplásticos responsáveis por degradar a vida marinha.



Com mais de 13 milhões de plásticos nos oceanos comprovado no relatório da ONU, estas fibras têxtil mais que protagonistas no mundo da moda também impacta em outro contraponto da degradação ambiental: A sua origem do petróleo ! Que utiliza mais de 342 milhões de barris de petróleo deixando calotas irreversíveis nos lençóis freáticos da terra na aceleração do aquecimento global !


Outra atualização de pesquisa científica preocupou os ambientalista e organizações ambientais em relação aos resíduos deixados pela indústria têxtil fashion, onde a bióloga marinha Jennifer Brandon do Scripps Institution of Oceanography, publicado no periódico científico Limnology and Oceanography Letter, encontrou uma concentração de minúsculos pedaços de plásticos que podem fornecer uma avaliação de cinco a sete vezes mais precisa que as estimativas anteriores. Onde seus pesquisadores avaliaram pequenos invertebrados marinhos que ficam há cerca de 2 quilômetros profundidade. Para você entender, estamos falando de descobertas prévias de que existem 10 partículas de micro plásticos por metro cúbico de água. Quando os mini fragmentos de micro plástico descobertos são incluídos no cálculo estimado em 8,3 milhões de fragmentos de micro plásticos por metro cúbico.


É um impacto ambiental enorme se já não bastasse as 700 mil fibras que podem sair das roupas sintéticas com tais fibras inimigas em uma só lavagem, este cálculo ambiental mostram dimensões ainda maiores causadores da indústria da moda. 
É tempo de mudança de hábitos que beneficiam a preservação da nossa biodiversidade !





Blog Guilherme Dias

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