O IMPACTO DA OMC NA INDÚSTRIA DA MODA

Para quem não sabe a OMC (Organização Mundial do Comércio) é quem rege os negócios internacionais do comércio pelos 149 países que fazem parte da sua comitiva, incluindo Brasil. Fazendo com que o comércio tenha expansão e o estabelecimento de regras que regem este setor definindo assim padrões trabalhistas.

Um dos braços da OMC na indústria têxtil é a ATC (O Acordo de Têxteis e Vestuário) que cuida dos ajustes fiscais como por exemplo as taxas e quotas de importes.
Que em 2005 este mesmo sistema de quotas foi eliminado do padrão dos comércios abrindo inúmeras oportunidades de empregos na China, porém, com péssimas qualidades flexibilizando ainda mais os meios de exploração na indústria têxtil.



O que até hoje justifica o posicionamento do governo americano exigindo cada vez mais taxas altas de proteção às relações comercias internacionais chinesas, tendo em vista que seu índice que crescimento têxtil e industrial aponta que 2025 a China será a maior economia do mundo. 


Não podemos deixar de atualizar as atividades da OMC e todo o desenvolvimento econômico mundial destes países neste atual cenário pandemico que prevê um número de decadência entre 13 à 32%. Indicando um momento de reflexão para novos meios de acordos comerciais que visa não só o crescimento econômico como por exemplo da indústria têxtil da moda, mas também melhore as qualidades trabalhistas como prometidas no início da organização mundial.

Há porém uma grande oportunidade em momento de recessão econômica global que bloqueia os acordos comerciais internacionais, dando ênfase ao crescimento nacional em estrutura, distribuição de renda, melhores condições e desenvolvimento.


Ainda assim o Sudeste Asiático, o Leste Europeu, a América Latina e o Oriente Médio apresentaram grandes níveis de crescimento antes da explosão do vírus. O que nos faz refletir se este ritmo acelerado estava sendo positivo ou não para o meio ambiente, trabalhadores de baixa renda, microempreendedores e a educação... Talvez tais impasses devessem mostrar novos meios onde a humanidade carece de olhar.


Vale lembrar as duras guerras comerciais (e infelizmente historicamente tradicionais) havíamos presenciado antes mesmo da pandemia entre EUA e a China que por mais estranho que pareça são os lugares que concentram maiores óbitos e casos do novo vírus.

É tempo de muita mudança e reflexão ! 


Blog Guilherme Dias

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