O DESMATE AMAZÔNICO EM ABRIL

Desmatamento na Amazônia em abril bate recorde em 10 anos, com 171% de aumento em relação a Abril de 2019 nestes primeiros meses do ano.


A derrubada de madeiras que lidera o Pará somando 32% de todo o desmatamento, além também de afetar as aldeias indígenas Yanomami colocando-nos expostos aos riscos de contágio do COVID19 que já matou mais de 100 indígenas. Atrás está o Mato Grosso com 26% de desmate, Rondônia com 19%, Amazonas com 18%, Roraima com 4% e Acre 1%. 


O SAD, um dos sistemas de monitoramento da Amazônia junto ao INPE mostram cada vez mais o alto índice de desmate amazônico que vem sendo ignorado pela nova gestão que propôs novas medias de enfraquecimento para as fiscalizações ambientais como a MP910, agora chamada de PL2633 proposta pelo governo Bolsonaro, que benéfica donos de terras, grileiros e as atividades ilegais no território nacional incentivando também as violências agrícolas.

Outro ponto foi a flexibilização do ministro do meio ambiente Ricardo Salles ignorando a lei de preservação para a Mata Atlântica, incentivando ainda mais as invasões fundiária para a extração econômica.

Medidas que soam desnecessárias e sem sentindo em momento onde a maior urgência seria tratar a grande crise na saúde combatendo o COVID19.




Na participação do blog em reuniões com a Frente Parlamentar Ambientalista, autoridades ambientais, deputados e diretores que apontam tais atos como grandes desmontes ambientais, o que torna ainda mais complicado a situação governamental com representantes militares, que por sinal não tem sequer formações ambientais.








Blog Guilherme Dias

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