AS SINHÁS NO BRASIL COLONIAL

Pintura "Sinhá" em óleo sobre tela de Jean-Baptiste Grenier no século XIX para dizer o que muitos não sabem sobre o Brasil Colonial.
Ainda nos século XVIII os negócios mercantis eram fomentado boa parte pelas forras e sinhás pretas  que por herança após se soltarem da escravidão conseguiam acumular bens descritos em mais de 300mil réis como artigos da moda e realeza africana: Saias de veludo carmesim, peças de linho e algodão, chapéus, Braceletes de ouro, pedras precisosas diamantinas, lenços de seda e jogos de cozinha como pratos de porcelana vindo das Companhias das Índias.


O que chamamos hoje de "economia coletiva" entre as mulheres já existia na época onde essas Sinhás por preferência escolhiam escravas para que assim também pudessem deixar heranças em testamentos como casas, espelhos e todos os seus bens. Formando uma elite preta vindas da Africa Negeriana e Nagô.
Além disso comerciavam com homens portugueses e ingleses como a Madame Tinubu atual no mercado de Badagry, Golfos de Benin e praças mercantis do Brasil.


Até mesmo  o mal prestígio machista e social contra elas não impedia lhes de acumular bens e se unirem em 1798.
Muitas delas não com o mesmo poder equivalente da Madame Tinubu, mas com grandes acúmulos de bens entre Minas Gerais e o Recôncavo Bahiano.
De suma e inpressionante mentalidade econômica dessas mulheres que junto com as meninas escravas abriam "tabernas" e casas hospedeiras enriquecendo mais ainda com comércio de alimentos e fornecimento de serviços. 


Viva o Dia da Diversidade Cultural

Blog Guilherme Dias

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