A PESTE NEGRA E AS CONSIDERAÇÕES SOBRE O COVID19

A Peste negra ou bubônica como queira se originou na China segundo historiadores (com grandes intrigas sobre a origem) sendo um grande número de pulgas bacterianas derivadas de animais de pequeno porte com muita sujeira como os Ratos. Dizimando 1/3 da população europeia no século XIV contabilizando 50 milhões de vítimas.




Sem tecnologia medicinal e as atuais descobertas, o avanço da bactéria também foi rápida entre as populações da Ásia, África e a Europa Imperial sem contar nos lixões urbanos que escancaravam as diferenças entre as classes reais e pobres ilustrada neste quadro renascentista de Pieter Bruegel.


Além disso e como hoje também usava-se máscaras de prevenção entre os médicos da época, tendo assimetrias de pássaros com o bico pontudo, que inclusive ganhou após esta era a cena da cinematográfica e os quadros artísticos.
Retratado em um filme contemporâneo de Nicolas Caga em Caça às Bruxas de 2011 mostrando a devastação nos vilarejos de Portugal.


A Commedia Dell'arte também resgatou em cartazes a situação vivida na época com estigmas e sátiras irônicas e sombrias além de tais máscaras terem virado sinônimos não só do teatro mas também carnavalescos aqui no Brasil. 

Não se pode esquecer que este a peste também foi registrada em 542- 546 a.c durante o império bizantino de Justiano I na tão irreverente Constantinopla estimando números imprecisos em 30 milhões de vítimas. Alcançando também áreas que hoje são Egito, Palestina, Italia e a Roma de Atenas.


Havia também um embate religioso na época muito bem apresentado no filme Caça às Bruxas onde a Igreja Medieval, ou melhor o Clero associava a pandemia às feitiçarias e bruxarias por inúmeras atrocidades podendo chegar também a morte na fogueira. 

Um dos gatinhos do teatro da comédia em ter adaptado tais máscaras com esse obscuro trocadilho. Assim era as diversas revoltas que aconteciam em paralelo aos manifestos artísticos em relação aos posicionamentos doutrinários.



A realeza francesa também foi atingida pela pandemia medieval, a Bélgica, os monarcas britânicos e inúmeros reinos foram atingidos. Matando cerca de 200 milhões de pessoas, o que nem se compara ao COVID19 que ainda não passou das 500mil.

Hoje fora de cenário entre a arte e a religião, o coronavírus e seu cenário tem se preenchido de muita solidariedade e gestos de compaixão entre as comunidades e nossos médicos, verdadeiros guerreiros da vida ! 






Blog Guilherme Dias

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