ANÁLOGO: MODA COMO VIÉS EDUCATIVO

Moda e educação são de fato termos correlacionados a medida em que olhamos para a nossa história e enxergarmos os laços criativos que carregam em seus tecidos, costuras e bordados sócio-educativos.


Desde a sua evolução a moda tem sido mais do que apenas uma narradora de tempos, ela tem sido reflexo de comportamentos, atitudes ambientais, afetos ancestrais e transcendentais. E mais do que nunca um mecanismo educational.

Da pequena pluma do algodão, podemos parafrasear o seu processo agro, o teu cultivo, gastos e investimentos até que assim se torne um ciclo para chegar até nós como roupas.




De fato entender o impacto ambiental que o mal gerenciamento ecológico do algodão traz em relação à consumo de energia e água é de fato se preocupar e repensar automaticamente os impactos domésticos pessoais ao tomarmos banho, usar eletrônicos e assim conectarmos de fato a aplicação do consumo consciente nas demais áreas da nossa vida.

Iniciativas como Projeto Pim reinventado moda na periferia de Paraísopolis resgatando tecidos, vidas e gerando oportunidades para que o universo da moda em sí seja cada vez mais um convés de inclusão e transformação social.





Iniciativas como a Sou de Algodão com responsabilidade na cadeia produtiva não só com salários mais justos, mas com confecções mais sustentaveis. Para que assim estilistas e varejistas possam ter opções de fato no mercado sem prejudicar o meio ambiente e a nossa biodiversidade.
Para que se torne possível sim produzir slow com níveis de qualidade maiores que o fast.

De fato a moda é um setor educativo onde em sua demasiada imersão há necessidade de largar-se o supérfluo, o glamour enfático, o inalcançável padrão de beleza irreal a sua verdadeira diversidade de povos submete pessoas, trabalhadores, mães e animais à contínuos viveres destrutivos.




Educar moda é entender o quanto as produções orientais como Bangladesh, Caribe, China e demais carecem de políticas públicas para os setores trabalhistas. Valorizando mãos de obra que assim como essa que está lendo merece uma vida que vale a pena ser vivida e valorizada em sua também forma financeira.

Educando agora uma nova geração de filhos que com um novo olhar visionário, revolucionário e afetuoso entenda a importância do crochê e o tecer da dona de casa, das avós e dos ancestrais para o circular econômico nacional, brasileiro e curandeiro. Que és cultura, és história, és samba, és axé, és raíz, és indígena, és quilombola e és resistência.





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Blog Guilherme Dias

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