A BALANÇA DO CONSUMIDOR

A balança do consumidor tem ampliado cada vez mais as discussões sobre as mudanças do calendário da moda principalmente aqui no Brasil.

Em uma live o CEO da C&A comentou que "a verdadeira decisão sobre tais mudanças não estão ao nosso alcance e sim ao poder do consumidor". O que mostra de fato que a velocidade do mercado têxtil, seja ele slow out fast, só o consumidor poderá ditar.


O que pode se reparar é que as grandes varejistas que atendem uma demanda de funcionários também tem sido afetada e possivelmente às mudanças neste desejado calendário também dependerá da real situação dos caixas sobre as liquidações.

Por outro lado vemos micro empreededores, ateliês e micro marcas reverberando novas soluções criativas que atendam a real necessidade do consumidor neste atual cenário pandemico. Como a produção de máscaras sustentáveis pela preocupação ambiental, medida preventiva mas também o aquecimento econômico.


Na mesma medida a nova era do ativismo pressiona as grandes marcas mudarem seus ritmos produtivos, as condições trabalhistas e a opção pela matéria prima em uma forma de slow fashion circular.

Com tantas discussões átona de imensos desafios a prática se torna improvável ,m com certeza o olfato por solucionar estes problemas tem cutucado cada vez mais o empreendedor e os grandes CEO.

O ritmo de consumo carece ser mudado assim como suas ações internas no setor ambiental com melhoria da rastreabilidade e a preservação à biodiversidade.


Não há sobram de dúvidas que será necessário um jogo de cinturas para uma mobilização econômica mais reduzida que atendam as chaves: Necessidade ; Afeto; Inovação ; Slow & Transparência.

@blogguilhermedias

Blog Guilherme Dias

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